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NOTA MÁXIMA NAS PROVAS: entre as novidades do mercado, as novas barrel aged da linha Odonata da Dádiva e cervejas premiadas recém-lançadas e já premiadas no Mondial de La Bière São Paulo e no World Beer Cup dos EUA

NOTA MÁXIMA NAS PROVAS: entre as novidades do mercado, as novas barrel aged da linha Odonata da Dádiva e cervejas premiadas recém-lançadas e já premiadas no Mondial de La Bière São Paulo e no World Beer Cup dos EUA

NOTA MÁXIMA NAS PROVAS: entre as novidades do mercado, as novas barrel aged da linha Odonata da Dádiva e cervejas premiadas recém-lançadas e já premiadas no Mondial de La Bière São Paulo e no World Beer Cup dos EUA
julho 04
19:45 2018

Trabalho de campo? Sim! Nessa segunda, 3 de julho, em evento reservado à imprensa e especialistas na capital paulista, conhecemos mais algumas cervejas para nossa lista de boas indicações e opções para as melhores cartas: os novos rótulos da linha Odonata, da cervejaria paulista Dádiva.

Criada em 2016, a Odonata corresponde a uma série de cervejas no estilo Russian Imperial Stout, todas de produção limitada e que passamo por envelhecimento em madeira. Agora em 2018 em parceria com os especialistas Isadora Fornari (docente do Senac, consultora e pesquisadora) e Maurício  Maia (chef de cozinha e cachacier, especializado em bebidas destiladas pelo WSET – Wine and Spirits Education Trust) de Londres, a Dádiva decidiu explorar o universo  das madeiras brasileiras, criando a Odonata#7 (envelhecida em barricas de Jaqueira),  Odonata#8 (envelhecida em barricas de  Jequitibá), Odonata#9 (envelhecida em barricas de Bálsamo) e Odonata#10  (envelhecida em barricas de Amburana). Pela maturação nas madeiras, todas adquiriram  “personalidades” bem diferentes,  despertando novas sensações sensoriais.

Dádiva Odonata 2018 - ilustrativa

A versão #7, por exemplo, que passou em barris de Jaqueira, tem dulçor e frutado bem presente, e remete a frutas  passas, mas também quase a um licor caseiro de  jabuticaba. A #8, que passou por Jequitibá,  tem um residual mais floral  e um final um pouco mais seco. Já a #9, que  passou por Bálsamo, destaca ainda mais um  toque herbáceo intenso até mentolado. Já na  #10, remete bem à madeira utilizada,  trazendo nuances de baunilha e canela.

Opções como estas são excelentes para se explorar na carta de diferentes bares e restaurantes, atraindo apreciadores dispostos a este tipo de experiência única. Aos apreciadores em geral, a série Odonata 2018 já pode  ser degustada no Empório Alto dos Pinheiros, na capital paulista,  que oferece uma régua de degustação das  =novas quatro versões (doses de 100 ml cada)  acompanhada por pequenas porções da casa trabalhadas com um toque das madeiras utilizadas. A degustação será válida até que  dure o pequeno lote de chope dos  lançamentos, separado especialmente para proporcionar este tipo de experiência aos  consumidores.

As novas quatro opções completam a lista de 10 rótulos especiais (a maioria esgotados já)  da série Odonata. O primeiro lote, lançado em  2016, teve sua base de uma Russian Imperial  Stout envelhecida em barricas de Whisky  Tennessee por seis meses. Após o  envelhecimento a cerveja ganhou três outras versões: #1 com frutas vermelhas (morango,  framboesa e amora), #2 com café de cultivo orgânico e #3 com favas de baunilha. No ano passado, a segunda  edição contou com as  versões #4, #5 e #6 da cerveja, que foram  envelhecidas em barricas de Carvalho  Francês e Americano, e contaram com a  participação de ícones nacionais do  segmento de destilados para uma produção numerada de 1.000 garrafas. A versão #4  trouxe a expertise de Cesar Adames,  professor e especialista dos mercados de  tabaco e bebidas. Maurício Porto,  apreciador e colecionador de uísque,  certificado como especialista pela Wine and  Spirit Education Trust de Londres, e também  à frente do blog “O Cão Engarrafado”,  assinou o rótulo #5, envelhecido em  barricas de Single Malte Scotch. E por último, Dinah Paula, que comanda a  Cachaçaria Quinta das Castanheiras, assinou  o rótulo #6, envelhecido por três meses em  barricas de Carvalho Francês utilizadas  anteriormente pela cachaçaria, o que  resultou em sabores e aromas  característicos do destilado na cerveja.

Harmonização: para ressaltar também as  possibilidades e enriquecer ainda mais a  experiência, as novidades apresentadas  ontem foram degustadas acompanhadas de  excelentes pratos preparados especialmente  por um dos chefs do Axado Bar:
– Odononata #7: torrada com queijo da serra  e mel de cerveja;
–  Odononata #8: ceviche com leche de  jequitibá;
– Odonata #9: barriga de leitão laqueada  com cerveja de bálsamo
– Odonata #10: Kinkan (sobremesa) com toque de amburana e caramelizada.

Odonata - harmonização

Põe na lista

Vale lembrar que no início de junho, a Dádiva, em parceria com a Way Beer, também  apresentou outra novidade: a It'a a Ship Dádiva Way BeerIt’s a Ship,  uma Strong Berliner com Putumuju, uma outra madeira brasileira ainda pouco explorada no segmento cervejeiro.

De teor alcoólico de 5,9% e de cor  avermelhada, essa cerveja leva em sua  composição malte de cevada, lúpulo,  levedura e chips da madeira Putumuju. Esse  tipo de madeira é comum em florestas  pluviais do noroeste do Ceará até o Paraná,  e em regiões específicas da Amazônia,  Equador e Panamá. Com isso, a cerveja  ganhou coloração translúcida do cobre  escuro e intenso e notas principais de  frutas amarelas, oriundas da madeira. A  base, de maltes caramelos, é bem presente  no sabor e aroma. De acidez láctea bem  limpa agradável, pode ser considerada uma  cerveja com um pouco mais de estrutura e de  acidez interessante, complexa e de aroma um  pouco mais selvagem.

Aproveitando… por falar na Dádiva…

Ainda falando sobre a Dádiva, a empresa  recebeu a premiação mais alta nesse ano na  primeira edição do Mondial de la Bière São  Paulo. A sua Point of View levou a Medalha  de Platina. Intensa, forte e escura, de  coloração do marrom ao preto, que leva  goiabada em sua receita, em versão com e  sem adição de coco, traz notas de  chocolate, cacau e bastante goiabada no  aroma. De amargor médio a alto, o primeiro  gole remete à pura goiabada, seguido por  nuances de café, com um agradável sabor  levemente tostado no final.

A linha completa da Dádiva e mais informações estão na página do Facebook da empresa:  https://www.facebook.com/cervejariadadiva/

Kremer CervejariaQuem compareceu ao Mondial de La Bière São Paulo, que recebeu mais de 12 mil  visitantes em 4 dias de evento,  pôde conhecer os mais variados rótulos – cerca  de 600! – de 83 cervejarias presentes  (cobertura completa em nossa próxima  edição, aguarde!). Entretanto, o principal destaque ficou  mesmo para as vencedoras do Mbeer Contest  Brazil, concurso de degustação profissional  às cegas que ocorre paralelamente ao  festival e avalia as amostras de cerveja e  elege as melhores, levando em conta a  qualidade e o sabor, independente de  estilo. Das 136 cervejas inscritas, uma  recebeu a medalha de platina e 11 a de  ouro. Além da medalhista de Platina citada  acima, confira a seguir cada um dos outros  11 premiados que levaram a Medalha de Ouro:

- Kremer IPA, da Kremer Cervejaria:   cerveja puro malte, fruto da combinação de  lúpulos e maltes selecionados, apresenta  intenso amargor com notas de madeira nobre,  coloração acobreada e espuma densa;
- Hop Damage, da Blondine: uma Imperial  IPA, com 7,5% abv e 80 ibu, que traz  notas  cítricas de tangerina, laranja, maracujá,  grapefruit e até lichia.
- Kremilin Reserva, Cervejaria Antuérpia:  esta Imperial Stout Wood Aged é envelhecida  em barris de Amburana, e traz aroma de  café, enriquecido por notas de amêndoas e  castanhas torradas e um leve defumado e um  amadeirado rústico.
Synergy Half Blind - Half Blind Peach Gose, da Synergy: uma  cerveja com pêssego, feita de forma  colaborativa com a cervejaria Narcose;
- Bravo, da Cervejaria Backer: American  Imperial Porter da empresa maturada em  barris de umburana.
- Carvoeira, da Lohn Bier: essa Imperial  Stout da empresa também conquistou recente Medalha nos EUA no World Beer Cup.
- H5, da Hausen Bier:  essa Imperial  Schwarzbier é preparada com maltes  especiais tostados e torrados, matura em  barris de carvalho e harmoniza  perfeitamente com sobremesas de chocolate.
- Endorphina e Psicose Espacial, ambas da Doktor Brau: a primeira é uma New England  IPA, com teor alcoólico de 6,5%, IBU 50,   turva, com aromas frutados intensos,  amargor extremamente agradável e não muito  marcado. A segunda, feita em parceria com a  Satélite, também é uma New England IPA,  leva graviola e é extremamente suculenta.
- MelonSat e Cryosat, da Satélite: a  primeira é também do estilo NEW England  IPA, e traz adição de Melão e lúpulos Huell  Melon e Ella, que reforçam a característica  da fruta e toques florais dando maior  complexidade; a segunda é uma Juicy IPA  feita com Cryo Hops.

Aproveitando… por falar no World Beer Cup

Leuven Irish Red AleRealizada em Nashville, no Tennessee (EUA),  a edição 2018 do prestigiado World Beer Cup teve nesse ano o maior número de brasileiras premiadas. E em meio a 8.234 cervejas inscritas, vindas de 2.515 cervejarias, de 66 países, 5 rótulos brasileiros reeberam medalhas. Conheça a seguir:

Medalhas de Ouro
– Tupiniquim Pecan Imperial Stout, da Tupiniquim
– Wäls Brut, da Wäls

Medalha de Prata
– Lohn Bier Carvoeira, da Lohn Bier

Medalhas de Bronze
– Leuven Irish Red Ale, da Leuven
– ZOZ #3 Golden, da Brasserie35

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