Revista Carta Premium

Um ‘bourbon’ à brasileira: Santa Rufina lança cachaça Duas Barricas

Um ‘bourbon’ à brasileira: Santa Rufina lança cachaça Duas Barricas

Um ‘bourbon’ à brasileira: Santa Rufina lança cachaça Duas Barricas
fevereiro 23
12:11 2016

Um produto superpremium que com certeza será  premiado e reconhecido por sua qualidade e  exclusividade. Assim é a cachaça Duas Barricas, novidade  do Alambique Santa Rufina. Realmente para poucos, a  bebida tem no mercado internacional e em bares de alto  padrão o seu principal público consumidor. Envelhecida por três anos, essa cachaça passa inicialmente  18 meses em barril de castanheira brasileira e segue para  mais 18 meses em barril de carvalho americano. O estilo  de maturação é o mesmo utilizado em destilarias de  uísques. E os diferenciais não estão só nessa formulação  especial. A Duas Barricas é acondicionada em  garrafas exclusivas de 700 ml,  produzidas pela francesa  Saverglass, com rolhas Brentacork, que remetem ao  design das embalagens de uísques.

O processo especial de produção dessa cachaça vem de  viagens realizadas pelo master blender e sócio-fundador  do Santa Rufina, Carlos Alberto Mattos,  o “Beto Mattos”, que pesquisou durante alguns anos sobre a aplicação das técnicas de envelhecimento de uísques na cachaça. A bebida tem 40% de teor alcoólico e preço sugerido de R$ 180. Apresenta aroma suave e adocicado de frutas secas, com elegantes camadas de caramelo, toffee e baunilha que remetem a uma bebida verdadeiramente aveludada.

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Desvendendo como se faz uma cachaça especial

Há algumas semanas, a Reportagem da Revista Carta  Premium foi conhecer de perto o Alambique Santa Rufina  e seus segredos na produção de uma bebida que encanta  por sua qualidade, sabor e reconhecimento. Não é à toa  que muitos rótulos são premiados.
Houve a degustação de cachaças Sebastiana do Santa Rufina e exclusivamente da Duas Barricas, que acaba de ser lançada, bem de outras marcas para um comparativo e para que todos pudessem sentir e avaliar as diferenças de percepção sensoriais de um produto premium. A Reportagem conheceu de perto toda a estrutura de produção, viu o plantio, todos os cuidados realizados desde a escolha da cana e seu corte, o envase e envelhecimento da bebida. Apesar de artesanal, o produto da Santa Rufina tem por trás o que há de melhor em tecnologia e pesquisa científica. E isso é personificado na alma da bebida e das pessoas que fazem parte da produção.
Um bom exemplo é Cintra Arthur Paron, é um dos responsáveis pela produção, engenheiro agrônomo, especializado em produção de bebidas, que está terminando o Mestrado em Tecnologia de Produção de Cachaça de Alambique. “A destilação que usamos é a intermitente, que é a primeira técnica que foi inventada. Estima-se que os alambiques sejam usados já há mais de 4 mil anos, isso lá atrás com os árabes e europeus na produção de destilados, e realmente trazem diferenciais de aroma e sabor”, comentou o especialista iniciando sua exposição sobre a estrutura do Santa Rufina. “Trabalhamos tudo especialmente selecionado, mudas da cana, plantio, produção, corte, alambiques usados, tudo mesmo. As leveduras utilizadas também são selecionadas, obtidas em pesquisas. São específicas para produção de cachaça, tem alta eficiência tecnológica, mas sem deixar de lado o fato resultarem em bebida de ótima qualidade sensorial. A Sebastiana vem disso, desse misto de tradição na produção de cachaça e o uso que mais moderno e científico na área. Temos o top de pesquisa na produção desse tipo de bebida, não só da cachaça brasileira, mas também de outros destilados premium pelo mundo afora. Isso porque para que nosso destilado  chegue no nível que está chegando é preciso olhar também  para o exemplo lá de fora. Há países que produzem  destilados há quase mil anos, precisamos sim olhar pra  esse knowhow. Produzimos por aqui no Brasil há pouco  mais de 400 anos, mas a busca mais intensa por uma  bebida de qualidade, refinada, tem se dado mais intensamente nos últimos dez anos, e é aí que o Santa Rufina se encaixa”, detalha.

Carlos Alberto Mattos, sócio-fundador do Santa Rufina (foto: Lídia Muradas)

Carlos Alberto Mattos, sócio-fundador do Santa Rufina (foto: Lídia Muradas)

Mattos, que foi o anfitrião na degustação de bebidas, lembra o que se espera de um produto como esse e qual encantamento deve trazer ao seu público-alvo: “Quando você degusta uma cachaça como essa alguns  aromas aparecem mesmo na boca, tal qual na degustação  de um bom vinho. A cachaça não é álcool, é um composto homogêneo, ou seja todas suas partes precisam ter sido elaboradas com cuidado. Estamos fazendo tudo muito bem feito, por isso nossas bebidas já receberam várias medalhas, mesmo com pouco tempo de mercado.”
Descontraindo os jornalistas e presentes na visita, o sócio-diretor lembrou de onde veio a inspiração da cachaça Sebastiana. “Em meados dos anos 50 e 60 meu tio fazia uma cachaça que se chamava “Perna de Moça”. E o nome rodou pela cidade, até que um dia uma pessoa chega no bar e diz ‘tem Perna de Moça aberta aí? Se não tem não vamos abrir’. Quem estava no balcão é era a mulher do dono de nome Sebastiana, que entrou na brincadeira e foi um sanhaço só! A inspiração do nome dessa cachaça vem dessa história”.

Prêmios recebidos
• Sebastiana Carvalho
– 2015 – Medalha de Bronze no International Spirits Challenger, de Londres, Reino Unido.
– 2015 – Medalha de Prata no San Francisco World Spirits  Competition, em Sao Francisco, EUA.
– 2014 – Medalha de Prata no New York World Wine &  Spirits Competition, em Nova York, EUA.
– 2014 – Medalha de Ouro Melhor Cachaça de Alambique, na Unesp, SP.

• Sebastiana Castanheira
– 2015 – Medalhas de Prata no International Spirits  Challenger, em Londres, Reino Unido.
– 2014 – Medalhas de Ouro no International Spirits  Challenger, em Londres, Reino Unido.
– 2014 – Medalha de Ouro no New York World Wine &  Spirits Competition, em Nova York, EUA.

 

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